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Diante do Desconhecido
H. E. ALEXANDER

Publicação: Jornal da Aliança Bíblica (atual Ação Bíblica)
Título original: Devant l’inconnu...

“...Guiarei os cegos por um caminho que não conhecem, fá-los-ei andar por veredas desconhecidas; tornarei as trevas em luz perante eles e os caminhos escabrosos, planos. Estas coisas lhes farei e jamais os desampararei” (Is 42:16).
Um novo ano começa para todos, sejam filhos de Deus ou não. Porém, existe algo em comum para todos: ninguém pode adivinhar o futuro. Mesmo assim, aqueles que vivem pela fé podem contar com Deus e não precisam prever eles mesmos os seus caminhos.
A fé nos ensina a repousarmos na fidelidade divina, a qual, nós sabemos, é garantida em Cristo, que por meio Dele “...todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus...” (Rm 8:28a).


Já em Isaías 42 encontramos essa promessa, que compõe uma das principais passagens messiánicas do profeta, também citada nos evangelhos e no livro de Apocalipse: “...Eis aqui o meu servo, a quem sustento; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz...” (Is. 42:1a). O profeta diz essas palavras tendo em mente as duas vindas de Jesus Cristo, Sua vinda em humilhação e fraqueza para inaugurar a dispensação da graça e também a Sua vinda em poder e em glória, para julgar e estabelecer Seu reino de paz.  Essas duas vindas estão dentro dessa visão profetica do capítulo 42 de Isaías, do qual eu também cito: “Eis que as primeiras predições já se cumpriram, e novas coisas eu vos anuncio; e, antes que sucedam, eu vo-las farei ouvir...” (Is. 42:9).
Trata-se de uma passagem da Bíblia que nos descreve bem o tempo em que vivemos. Do ponto de vista dispensacional, estamos já no final do tempo da graça às vésperas do tempo dos julgamentos. Para nós que sabemos que alcançamos essa hora avançada, próxima do início de uma nova dispensação, é normal uma certa perplexidade diante do desconhecido. Porém, nós sabemos também porque essa predição do profeta é tão importante e necessária. Afinal, será nessas condições que o Senhor guiará “...os cegos por um caminho que não conhecem...” e que também transformará “...as trevas em luz perante eles e os caminhos escabrosos, planos” (Is 42:16), durante esse período especial do fim dos tempos.
Em seguida, no versículo 14, lemos: “...Por muito tempo me calei, estive em silêncio e me contive; mas agora darei gritos como a parturiente, e ao mesmo tempo ofegarei, e estarei esbaforido...” (Is 42:14).
Mais uma vez, uma palavra precisa que define bem o fim do tempo da graça e o início de uma nova dispensação. A dispensação da graça é o tempo do silêncio, como mostra o texto, afinal, durante esse período após a crucificação de Jesus Cristo, ao invés do julgamento dos que mataram o Filho de Deus, olho por olho, dente por dente, foi o oposto que se passou. Deus transformou esse ato supremo do pecado do homem, a cruficicação de Cristo, justamente no meio de salvação para aqueles que se arrependem. Este é o segredo da paz para aqueles que estão atormentados.
E durante toda a duração dessa oferta de paz endereçada aos homens, Deus se cala. Ele retém a Sua coléra, a qual infalivelmente se revelará um dia nesse mundo. Ele romperá esse silêncio para julgar. O dia da justa vingança de Deus já está definido no Seu coração. Diante de tais acontecimentos, será que nos sentimos verdadeiramente diante do desconhecido, como cegos caminhando às escuras? Será que nos surpreenderemos com a promessa: “...Guiarei os cegos por um caminho que não conhecem...” (Is 42:16a).
Leíamos ainda os versículos 1 e 4: “...Eis aqui o meu servo... ele promulgará o direito para os gentios... Não desanimará, nem se quebrará até que ponha na terra o direito...” (Is 42:1a e 4).
Eis a explicação daquilo que dizem os homens, cristãos e não cristãos, a respeito do tempo presente: há algo de estranho, desconhecido, diferente de outrora. As previsões e cálculos caem por terra e os acontecimentos surpreendem. Sim, existem certos elementos e características desse tempo que não existiam no passado.
De um lado, vemos uma manisfestação crescente de iniquidade, da mentira, da brutalidade e da raiva desnaturada. Do outro, homens do mundo que promovem, seja por seus atos, seja por seus discursos, os novos princípios morais. E isso tudo, numa escala mundial jamais vista na história.
Ainda que todas as nações sejam pecaminosas diantes de Deus, e que todos os povos sejam “...gentios...” (Is 42:1b), a batalha do tempo presente se resume bem entre dois princípios: o mal e o bem, o cristianismo e o anti-cristianismo. Nós nos aproximamos do tempo quando Deus irá promulgar a justiça às nações. Ele ensinará o que é a justiça no âmbito de cada nação. Por consequência, não é surpresa que a injustiça e a mentira cresçam de uma forma extraordinária nos nossos dias. E assim, o futuro nos pareça cada vez mais desconhecido.
O quanto que precisamos dessa promessa: “...Guiarei os cegos...” que ainda estão vivos nessas circunstâncias “...por um caminho que não conhecem...” (Is 42:16a).

A) Algumas reflexões sobre essa promessa:

A.1) É natural desejarmos conhecer o caminho, nos assegurarmos sobre o futuro e evitarmos as dificuldades que estão diante de nós.

Deus diz aos que querem conhecer o caminho: “...Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho...” (Sl 32:8).
Quantas vezes tentamos caminhar com os nossos próprios olhos, vendo o caminho a frente? Pode ser natural, mas não é espiritual. É infinamente melhor viver com essa promessa: “...sob as minhas vistas, te darei conselho...” (Sl 32:8b). Quanto ao futuro desconhecido, basta saber: “...Nas tuas mãos, estão os meus dias...” (Sl 31:15a).
E quanto às dificuldades que teremos pela frente, Deus diz: “...Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti...” (Is 43:2).
É normal, eu repito, querer saber o caminho, conhecer o futuro, evitar as dificuldades, mas é divinamente espiritual se contentar com as promessas do Pai celeste que nos prometeu nos conduzir sobre as Suas “...vistas...” (Sl 32:8b), que disse que o nosso futuro está nas Suas “...mãos...” (Sl 31:15a), que nos guardará e conduzirá “...pelas águas...” e “...pelo fogo...” (Is 43:2), sem sermos abalados.

A.2) É muito fácil sermos consumidos pelas tendências dos nossos dias, sendo contaminados com o espírito desse século e afetados por aquilo que vemos e ouvimos.

Entretanto, Deus tem outro plano para Seus filhos. O caminho da fé evita esses perigos.
Sobre as tendências desse mundo, Deus nos diz: “...Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite...” (Sl 1:1-2).
Sobre o espírito desse século, Paulo escreve aos Gálatas que devemos “...nos desarraigar deste mundo perverso...” (Gl 1:4b), cujo objetivo é perverter nossa alma e nossa vocação cristã. Ainda que sejamos chamados a viver no século presente, como membros ativos na nossa geração; não cedamos à contaminação dessa tendência e desse espírito, pois o sangue de Cristo nos comprou e nos libertou dessas coisas, e o Seu Santo Espírito nos guarda.    
Sobre o que vemos e ouvimos, por mais que nos pareçam naturais nos nossos dias, difíceis e confusões, o Senhor diz: “...Quem é cego, como o meu servo, ou surdo, como o meu mensageiro, a quem envio...? Tu vês muitas coisas, mas não as observas; ainda que tens os ouvidos abertos, nada ouves...” (Is 42:19a-20).
Sim, existem coisas, caros amigos, que não devemos sequer escutar e outras que não devemos ver. Somente assim poderemos ser abençoados.

A.3) Nos nossos dias, é perigoso abaixar o nosso nível, diminuir o ritmo do nosso caminhar e buscar os nossos próprios interesses.
É importante nos lembramos disso, principalmente nesse período de convergência de duas dispensações, onde a Igreja de Cristo começa a sentir as influências dos séculos vindouros: os poderes das trevas e do anticristo (I Jo 2:18) contra o poder de Cristo, o Rei e Juiz, Senhor de todas as coisas.   
A origem e a característica do que se passa hoje em dia é uma manifestação dos poderes dos séculos vindouros. De fato, o sofrimento por causa da iniquidade, o anseio por justiça, a luta contra o mal e a necessidade de socorrer os que sofrem, são evidências das lutas que se intensificarão nos séculos vindouros e que precedem o reino de Cristo. Afinal, a justiça humana, por mais imperfeita que seja, não vem do homem em si, mas é um reflexo daquilo que será perfeito em Cristo, justiça espiritual, mas também justiça moral, legislativa, administrativa, jurídica e social.
Nos nossos dias, o Senhor permite que provemos alguns dos benefícios do Seu reino vindouro, mas por outro lado, também constatamos os efeitos negativos dos poderes das trevas, que serão ainda mais manifestos na pessoa do anticristo.
Diante do desconhecido, é normal que isso nos cause um certo temor. Não é a toa que precisamos dessa promessa: “...Guiarei os cegos por um caminho que não conhecem...” (Is 42:16a).

B)    A revelação dessa promessa quanto a Deus:

B.1) A fidelidade de Deus nos acompanha o tempo todo e em todas as circunstâncias.

Uma vez que estamos em Suas mãos, Ele nunca nos larga; uma vez que Ele começou a Sua obra na nossa vida, Ele jamais nos abandona. Uma vez estabelecida uma aliança com Ele, nada poderá anulá-la.
Ele sempre demonstrará a Sua fidelidade como a luz nas trevas ou um prumo para endireitando aquilo que cresce torto. Sim, por causa da Sua fidelidade, Ele guiará os cegos por Seus caminhos. Nada poderá nos arrancar das mãos do Pai. E assim Ele terminará a obra que Ele começou, afinal Ele é o Agricultor, o Mestre divino. Ele continuará a Sua obra em nossas vidas tanto no presente como no futuro. Uma citação do rei da Inglaterra Jorge VI reflete bem essa verdade: “ Eu disse ao homem que estava à porta do ano novo: entregue-me a lanterna, para que eu veja... E ele respondeu: Dê a sua mão para Deus e Ele será a sua luz nas trevas, segurança muito maior do que um caminho conhecido”.

B.2) Seja qual for a circunstância, o poder de Deus é presente para guiar “...os cegos por um caminho que não conhecem...”, transformando “...as trevas em luz perante eles...” (Is 42:16b).

Para isso Ele permite o inimigo agir, sim, com o objetivo de nos educar e também para refletirmos a Sua glória. Não há dúvida que o inimigo age nesse mundo, mas existe um poder ainda maior e se Deus permite a Satanás de provar-nos, Ele também nos diz, como disse a Pedro: “...Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça...” (Lc 22: 32a).
Ele permite que Satanás nos prove, mas Ele sempre permanece no controle e aquilo que o diabo arquitetou para nossa destruição, Deus usa para a Sua glória, consolidando a Sua obra nos corações de Seus filhos.
Desse modo, Ele transforma a provação em demonstração do Seu poder e as “...trevas em luz...” (Is 42:16b). Ainda que a provação produza um em nós um choque inicial, um certo desânimo, uma sensação de incerteza e medo, Deus pode através do Seu poder, transformar isso em bênção para aqueles que crêem e obedecem. Eu penso sempre nas palavras do salmista: “...A luz difunde-se para o justo...” (Sl 97:11a). Aquilo que é semeado desaparece e brota na forma de uma gloriosa ressurreição. Eu penso na escuridão dos nossos dias, nas grandes trevas e sofrimentos ao nosso redor, Deus está semeando a luz que resplandecerá no reinado de Cristo quando Ele voltar. Se os homens e Satanás manifestam hoje os seus poderes, Ele manifestará o Seu, numa escala mundial sobre todas as nações. Tal é a esperança que nos motiva compartilhá-la com os nossos semelhantes. “...Guiarei os cegos por um caminho que não conhecem...” (Is 42:1a). O poder dAquele que nos fez essa promessa está sempre a nossa disposição.

B.3) Essa promessa nos revela também o amor de Deus, que está acima de tudo e que zela por nós.

Aquele que fez a promessa sabe o que é bom para nós, e aquilo que é verdadeiramente bom, Ele nos dá. Ele conhece nossos limites e não permite provações além das nossas forças.
Ele sabe fazer cooperar todas as coisa para o “...bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8:28b). As provas do Seu amor são evidentes e se Ele permitir, no final deste ano, poderemos celebrar cantando o Seu amor  por nós, tudo que Ele nos deu de bom, evitando coisas ruins, impedindo-nos de passar por provas que seriam além das nossas forças e constatando que de fato, “... todas as coisas cooperam para o bem...” (Rm 8:28a).

C) A revelação dessa promessa quanto a nós:

Essa promessa além de nos permitir, pela fé, descobrir algo mais do nosso Deus, conhecer melhor a Sua fidelidade, Seu poder e o Seu amor, também nos mostra o privilégio de servi-Lo.

C.1) Uma vocação imutável diante de circunstâncias totalmente adversas.

Eu penso nos santos do passado, por exemplo, Daniel. Acostumado a uma vida judáica tradicional, oríundo de uma família nobre privilegiada, eis que, subitamente, ele se encontra no cativeiro (Dn 1:3), escravo na corte de Nabucodonosor. Não há dúvida que a sua vida mudou radicalmente, porém não a sua vocação. Diante da adversidade, ele brilhou e triunfou, a tal ponto que seu exemplo e sua mensagem ainda nos falam no dia de hoje.
E a igreja primitiva? Após abandonarem os seus barcos e suas redes, não foi fácil para os discípulos entenderem claramente as suas vocações. O Mestre que os havia chamado e conduzido durante três anos já não estava presente. Eles aparecem perplexos e escondidos durante 10 dias, com medo dos homens (At 2:1).
Até que chegou o dia de Pentecostes e o Espírito Santo os transformou completamente. Depois de viverem tranquilos ao lado do Mestre, eis que eles são revigorados por uma fé divina, e assim, passam a enfrentar uma das maiores perseguições religiosas que o mundo já conheceu. Dispersos por todos os lados, caçados como presas e procurados como malfeitores, ainda assim, suas vocações permancem imutáveis, conduzindo-os em triunfo, como relata esse triplo refrão no livro de Atos: “...crescia a palavra de Deus...”  (At 6:7, At 12:24 e At 19:20).  Suas vocações permaneceram firmes, ainda que as circunstâncias fôssem adversas.
Lembro-me também dos cristãos perseguidos através da história, em países invadidos, em guerra ou com regimes hostis. Muitas são as circunstâncias adversas, mas a vocação cristã permance inabalável, para a glória de Deus. Isso nos mostrará que Deus nos conduz por caminhos desconhecidos e que Ele realmente transforma “...trevas em luz...” (Is 42:16b).

C.2) Uma visão nítida ainda que as trevas aumentem

Infelizmente nossa visão se escurece, sim, perdemos a visão de Deus, da nossa fé, a visão do mundo que se perde, a visão do futuro e dos valores espirituais. Perdemos a sensibilidade de encarar a vida corretamente e a capacidade de discernir as forças espirituais que estão por detrás das coisas passageiras desse mundo.
Sim, as trevas aumentam, mas a visão dos filhos de Deus deve aumentar dia após dia. O Senhor diz: “...Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito...” (Pv 4:18).

C.3) Uma vida que se fortalece em Deus, ainda que seja num mundo hostil às coisas de Deus

A vida cristã deve se firmar, ainda que esteja num meio onde tudo se degenera. Como diz em Apocalipse: “...Houve peleja no céu. Miguel e os seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos; todavia, não prevaleceram; nem mais se achou no céu o lugar deles” (Ap 12:7-8). O povo de Deus segue a sua ascenção, enquanto os poderes do inimigo desaparecem.
Em relação à Igreja de Cristo, a triagem se fará de uma forma muito rápida. Tudo que é espiritual vai se firmar, permancer firme, triunfar, enquanto tudo que é natural do homem, religioso, ritualista irá se dissipar. As ondas são tão grandes, o vento tão violento, as correntes tão fortes, que apenas o que é divino irá subsistir. E tudo que não é divino, ainda que tenha essa pretenção, irá cair por terra, “...porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé”  (I Jo 5:4). Estejamos pois, prontos para servi-Lo.
Eu estou certo que ninguém conscientemente deseja guardar no seu coração algo que desagrade a Deus. Sim, essa é a nossa oração, que possamos deixar Deus agir, tirar aquilo que nos impede de avançar, permitindo que Ele possa reinar em nossas vidas.
Que Deus encontre em nós uma vocação firme, ainda que vivamos num mundo que se perde. Que Ele encontre em nós uma visão nítida, ainda que as trevas aumentem ao nosso redor. E que nossas vidas cresçam espiritualmente, ainda que o tempo da graça se aproxime do seu fim, anunciando o tempo do julgamento. Dessa forma, o mundo que nos rodeia será abençoado, e Cristo será glorificado aos olhos de Deus. Desta maneira se cumprirá a promessa do evangelho da graça, ou seja, por meio dos Seus filhos, servos que receberam o Seu Espírito: “...para abrires os olhos aos cegos, para tirares da prisão o cativo e do cárcere, os que jazem em trevas” (Is 42:7). Essa promessa se refere aos Seus filhos, aqueles que a vivem serão abençoados, e também serão uma benção para os demais.
Prostremo-nos pois diante da Sua presença e vivamos em comunhão íntima com Deus. Ele assim o deseja enquanto nós sempre precisamos Dele. Pela fé, avançaremos diante do desconhecido: “...Guiarei os cegos por um caminho que não conhecem, fá-los-ei andar por veredas desconhecidas; tornarei as trevas em luz perante eles e os caminhos escabrosos, planos. Estas coisas lhes farei e jamais os desampararei” (Is 42:16).
“...Fiel é o que vos chama, o qual também o fará...” (I Ts 5:24).

Tradução: Celio Rosa
Revisão: Paulo Lopes
Citações Bíblicas: Tradução Almeida Revista e Atualizada
1° Edição - 2014
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