Date

maio 24
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24 de Maio

Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas

para com os filhos dos homens!

Salmos 107:8

Neste texto há um tom de admiração, e não é essa a única vez que vemos Deus se admirar na Bíblia. Aqui, ele está surpreso com a ingratidão humana: quão pouco agradecemos pela abundância de sua bondade e quão louvor lhe prestamos.

Há também um tom de advertência. Será que precisamos passar pela provação para nos conscientizarmos do que tínhamos antes? Porque, se não reconhecemos o dia da visitação de sua graça, corremos o risco de passar pelo dia da visitação de sua correção, além do grande perigo de nos acostumarmos com as bênçãos do Senhor, seja do ponto de vista material, seja do espiritual.

Mas há também o tom de amor, que ainda nos chama. Os discípulos da igreja primitiva exprimiam seu amor ao entregar inteiramente sua vida ao Senhor. Quando não terminavam no sofrimento até a morte, entregavam-se de tal maneira à vontade de Deus, sem nada reter para si. É bom refletir sobre o que temos e o que somos. Deus é o autor e o doador de tudo. Não queremos dar a ele nosso ser, confessando-lhe, de uma vez por todas, o pecado de nossas queixas e da busca de nossos próprios interesses? Geralmente queremos agradar mais aos homens que a Deus. Temos um coração dividido, e isso abre a porta ao inimigo. Nossa vida precisa ser caracterizada pelo verdadeiro louvor e pela entrega total de nós mesmos. Se o temor dos homens é uma armadilha, o temor de Deus é o princípio da sabedoria.

O louvor é uma arma de combate que faz o inimigo recuar: “Tendo eles começado a cantar e a dar louvores, pôs o Senhor emboscadas contra os filhos de Amom e de Moabe e os do monte Seir que vieram contra Judá, e foram desbaratados” (2Cr 20:22).

“Invoco o Senhor, digno de ser louvado, e serei salvo dos meus inimigos” (Sl 18:3).