Date

jul 08

8 de Julho

Vemos, todavia, aquele que, por um pouco, tendo sido feito menor que os anjos,

Jesus, por causa do sofrimento da morte, foi coroado de glória e de honra…

Hebreus 2:9

Não vemos Jesus como nos dias de sua carne: o homem de dores; não o vemos como o guerreiro temível, “com vestes de cores vivas, que é glorioso em sua vestidura, que marcha com a plenitude da sua força” (Is 63:1), como se manifestará no dia da vingança e do juízo (Ap 19).

Entre a humilhação como Salvador e a manifestação em juízo, há o intervalo do “tempo da oportunidade”, o “dia da salvação” (2Co 6:2). Pertence a esse tempo a revelação do Senhor glorificado, cujo poder só os cristãos têm o privilégio de conhecer.

Aquele que foi rejeitado e desprezado pelos homens, nós o vemos coroado de glória e de honra à direita do Pai, dispensando as riquezas de sua graça a todos os homens, a todas as nações e pronto para exercer sua bendita influência sobre os acontecimentos e a marcha do mundo.

A fé apreende o sentido de sua vitória e da obra redentora para nossa geração. Jesus está pronto, por sua graça, a reter as forças do mal, a destruir as obras do Diabo, a inclinar o coração dos reis “como torrentes de água” (Is 32:2), mas, para isso, pede a cooperação das orações de seus filhos.

Muitos cristãos conhecem, embora só intelectualmente, como religiosos, os textos bíblicos que descrevem sua glória presente. Possuem a teoria, mas não oram de acordo com ela. “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de […] orações […] em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranqüila e mansa […] Isto é bom e aceitável diante de Deus […] o qual deseja que todos os homens sejam salvos…” (1Tm 2:1-4).

O fato de o Senhor estar coroado na glória manifesta-se aqui na terra pela influência do Espírito de Deus.