Date

jul 31

31 de Julho

… orando no Espírito Santo.

Judas 20

Quando Moisés baixava suas mãos, o exército de Israel era vencido; quando as levantava, era vitorioso (Êx 17:11). Quando a igreja primitiva estava reunida para orar por Pedro, Deus fez o milagre e libertou seu servo. Por toda a Bíblia temos a prova de que Deus ouve e responde à oração de seus filhos. E não somente a ouve, mas que espera que nós nos aproximemos dele para dirigir-lhe toda sorte de orações e súplicas, segundo as nossas necessidades. Será que a oração é uma característica de nossa vida cristã?

No Getsêmani (jardim das Oliveiras), os discípulos dormiam, em vez de vigiar e orar com o Mestre. E Jesus, vindo a eles, disse-lhes: “Então, nem uma hora pudestes vós vigiar comigo?” (Mt 26:40). Quantas vezes ele poderia nos fazer a mesma repreensão? O que representa apenas uma hora, diante dos sofrimentos da humanidade, de sua imensa dor e de profunda angústia? Entretanto, muitas vezes temos dificuldade em reservar uma hora para o Senhor. É mais fácil participar de uma reunião, ou mesmo desempenhar uma atividade para Deus, do que vigiar uma hora com ele. Mas ele nos chamou para esta santa comunhão, na qual, juntamente com ele, olhamos para a humanidade ferida, abrindo-lhe em seguida nosso coração.

Quando intercedemos, conseguimos esquecer a nós mesmos. Nosso olhar é desviado dos estreitos limites do nosso horizonte para ver mais longe. Uma das leis do Espírito de vida é que devemos orar uns pelos outros, e uma das razões de orarmos tão pouco é simplesmente a estagnação de nossa vida cristã. Em nós, a luz do Espírito de Deus está como que encoberta. Tão ocupados com as próprias necessidades, ficamos insensíveis às necessidades dos outros. Ou ainda, tendo criticado um irmão ou irmã, parece-nos impossível orar por eles.

Peçamos a Deus que o texto de hoje mude alguma coisa em nossa vida, que ele nos livre de orações sem poder e nos dê a oração inspirada pelo Espírito Santo, manifesta em súplicas feitas com perseverança.