Date

ago 10

10 de Agosto

… sede agradecidos.

Colossenses 3:15

A gratidão dissolve a névoa do descontentamento, paralisa os temores e neutraliza a dúvida. O reconhecimento a Deus exprime os sentimentos do Espírito de Cristo, agindo como um escudo contra o espírito do século presente. A gratidão é uma dessas flores que sabem crescer entre as pedras e perto das geleiras. Expressa o desafio da fé, no momento das provas e das dificuldades.

Ser agradecido é discernir a realidade, é abrir os olhos para o que se possui. A gratidão nos faz descobrir e apreciar as coisas que estamos habituados, as bondades diante das quais já endurecemos. É a vacina que nos imuniza contra desejar o que não temos.

Peçamos a Deus que nos dê a gratidão, que derreta o gelo de nosso coração e tire nossa dureza, livrando-nos do hábito de receber e abrindo nossos olhos para tudo o que temos, material e espiritualmente. Temos muitas razões para ser agradecidos a Deus por sua bondade e por suas bênçãos.

Será que estamos agradecidos? Esse traço de caráter tornou-se raro no mundo, mesmo nos círculos cristãos, mas precisamos pedir ao Senhor que não aconteça assim conosco.

O desenvolvimento normal da gratidão é o louvor. Redimidos, chamados das trevas, nós proclamamos seus louvores, em contraste com a maioria dos homens, que se queixam.

Devemos honrar a Deus com uma vida de reconhecimento e louvor por seus benefícios inumeráveis, mas principalmente pela grande salvação que ele nos deu e da qual somos herdeiros. O louvor não deve ser um esforço, exprimindo-se quase exclusivamente por salmos, hinos e cânticos espirituais cantados no culto oficial. O louvor deve brotar espontaneamente de nosso coração, estar ao nosso redor como um perfume, glorificando a Deus e dando aos homens o desejo de ter o que possuímos.

Para Deus, o verdadeiro louvor é uma oferta preciosa. Está escrito: “Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome” (Hb 13:15).