13 de Julho
… vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro
e para aguardardes dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos,
Jesus, que nos livra da ira vindoura.
1Tessalonicences 1:9-10
A Bíblia nos fala dos sofrimentos expiatórios do Cordeiro por todos aqueles que crêem, mas fala também da “ira do Cordeiro” contra os que o rejeitaram (Ap 6:16). A fé se baseia na obra realizada por Cristo na cruz, mas sabe também que é somente por meio de um Salvador ressuscitado que o cristão escapará ao juízo de Deus.
A “ira vindoura” torna-se mais compreensível à luz dos acontecimentos que se desenrolam ao nosso redor. As maldades cometidas descaradamente no cenário internacional, sem falar do mal e do pecado aos quais os homens se entregam cada vez mais abertamente, tudo isso exige um acerto final de contas.
E nós, cristãos, somos chamados a servir a Deus nessas circunstâncias. Deus ressuscitou seu Filho dentre os mortos, para que nosso serviço se realizasse no poder de sua ressurreição e para estarmos sob o benefício da autoridade e da vida divina de um Salvador ressuscitado. Somos advertidos das coisas que “brevemente devem acontecer” (Ap 1:1). Para o cristão haverá o “tribunal de Cristo” (1Co 3:10-15, 2Co 5:10). Será feita uma separação entre o que é interesseiro e formal, um “culto de lábios” (cf. Is 29:13), e o serviço que agrada a Deus, porque nasceu da comunhão dos sofrimentos de Cristo e de uma renúncia pessoal.
O mundo já fez sua escolha, mas sabe também que o único remédio para seus males é a conversão a Deus. Será que, de fato, nós somos convertidos a ele? Viramos de uma vez por todas as costas aos apelos do nosso “eu”? Damos provas de que servimos ao Deus vivo e verdadeiro? Estamos mesmo esperando aquele que voltará como prediz sua Palavra?
A ressurreição de Cristo deve ser, para nós, esse poder positivo que nos permite provar “os poderes do mundo vindouro” (Hb 6:5). Em lugar das aparências, conheceremos a força do nome do Senhor Jesus.