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jul 15

15 de Julho

… e o SENHOR lhe mostrou uma árvore; lançou-a Moisés nas águas,

e as águas se tornaram doces…

Êxodo 15:25

O capítulo 15 do Êxodo começa com um cântico de triunfo sobre o inimigo, e de louvor a Deus, o libertador de seu povo. Mas infelizmente termina com as murmurações de um povo vencido pelo Diabo, derrotado pela ingratidão e pelo egoísmo. O povo não podia beber a água de Mara, que era amarga, e o amargor nasceu em seu coração. Não era esse o plano de Deus para Israel, e o povo estava paralisado por sua própria culpa.

Filhos de Deus, há amargura em nosso coração? Não falamos das bênçãos? “De uma só boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não é conveniente que estas coisas sejam assim. Acaso, pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso?” (Tg 3:10-11). Dizemos que fomos prejudicados, talvez culpando a outros por culpa nossa. Mas o Espírito de Deus deseja exercitar nossa consciência e convencer-nos de que a fonte desse amargor está em nós mesmos e que nosso estado de amargura escondida forma um verdadeiro lago de água parada. Além disso, esse veneno não fica só em nós, mas se espalha e infecciona aqueles que nos cercam.

Só Deus pode transformar a água amarga em água doce. Se lhe confessarmos o nosso estado, ele nos indicará uma árvore: o madeiro da cruz. Não podemos mais cultivar nossa amargura, mesmo mantendo uma profissão religiosa exterior. Temos de aplicar rapidamente essa cruz em nossa vida.

Será que estamos passando por uma experiência amarga? O Diabo nos tenta, no intuito de nos fazer duvidar e murmurar? Parece que estamos suportando sofrimentos inúteis e não entendemos por que Deus nos faz passar por isso? Então precisamos dessa árvore em nossa aflição, e a paz de Deus encherá o nosso coração e nos fará ver, pela fé, a saída da provação. No madeiro da cruz, Jesus tomou sobre si toda a nossa amargura, bebeu o vinagre que ela continha. Esse “madeiro” transformará nossas queixas e murmurações em cantos de louvor, e nossa provação, em bênçãos e socorro para os nossos semelhantes.