Date

abr 24
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24 de Abril

Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós,

manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento.

2Coríntios 2:14

A quem o apóstolo fala de triunfo? A quem propõe um trabalho frutífero e vitorioso? A quais homens e mulheres propõe tornarem-se fontes de bênção aqui no mundo? Encontramos a resposta em 1Coríntios 6:9-11 (NVI): “… Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus. Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus”. Sim, os coríntios tinham sido tudo isso. Portanto, não precisamos desesperar-nos! Deus gosta de escolher aqueles que não podem valer-se de nenhum privilégio, a fim de ser neles glorificado.

Paulo tem diante dos olhos um dos seus quadros favoritos da vida romana imperial. É o fim de uma batalha: a vitória foi alcançada, o inimigo foi vencido, e todos se preparam para a entrada triunfal do vencedor e de suas tropas. E o grupo avança: o vencedor à frente, seguido pelos oficiais e soldados e, atrás deles, uma leva de prisioneiros do exército vencido, dos quais alguns são destinados à arena e os outros, à liberdade. Ao redor do cortejo, os cidadãos de Roma espalham incenso, cujo perfume se eleva em meio aos gritos de vitória. E Paulo ilumina esse quadro com uma luz toda divina: o Senhor da glória acabou sua obra e alcançou vitória sobre os inimigos. E ali está o Senhor, seguido de prisioneiros voluntários, que ele precede e conduz até a recompensa eterna, objetivo da vocação celeste. E, mudando a palavra simbólica, anuncia que esses mesmos que são levados no cortejo espalham ao redor o perfume de seu nome, o incenso dessa vitória. Para os que o aceitam, torna-se cheiro de vida, e para os que o rejeitam, cheiro de morte.