26 de Julho
Paulo, servo de Jesus Cristo…
Romanos 1:1
Servo de Jesus Cristo: palavra que contrasta com os nossos dias, com o nosso tempo e com a mentalidade e ambição humana. Um servo é, literalmente, um escravo de Jesus Cristo – dois nomes odiados e desprezados. Os discípulos primitivos estavam sempre prontos a ser mártires nas arenas e também Paulo, servo de Jesus Cristo, em primeiro lugar. E nós?
Escravos de Jesus Cristo, levando hoje sua humilhação e vivendo na vergonha de sua rejeição. Será que estamos conscientes de que há no mundo dois proprietários da alma dos homens? O primeiro é Satanás, o enganador; o segundo é Jesus Cristo, que veio ao mundo não somente para nos salvar, mas para nos resgatar do meio do mundo, fazendo de nós seus escravos, libertos do poder de Satanás, nosso antigo senhor, para sermos suas testemunhas.
Escravos de Jesus Cristo, simplesmente isso; como ele, sem aparência e sem formosura (Is 53:2). Mas, aos olhos de Cristo, seus escravos possuem a beleza da sua semelhança, semelhança na dádiva silenciosa de si mesmos, que acaba tocando e abrindo os mais duro coração. Então, secretamente a princípio, aqueles que são escravos do mundo começam a desejar também mudar de mestre e conhecer o outro Senhor, Jesus Cristo.
Escravo de Jesus Cristo, servo voluntário, como o escravo de Êxodo 21:5, que diz: “Eu amo o meu senhor… e não quero sair livre” (NVI). É porque ele nos amou que também o amamos e pertencemos voluntariamente ao Senhor, que foi crucificado por nós.
Escravos de Jesus Cristo — esse termo faz parte de uma linguagem que pertence a outro mundo, diferente do nosso; vem do santuário, pertence à eternidade. Então, esses escravos de Jesus Cristo serão elevados à categoria de reis e sacerdotes. As marcas do sofrimento em sua fronte serão substituídas por uma coroa; as marcas em suas mãos, por palmas de vitória; e as dolorosas marcas em seus pés, pela suprema felicidade de pisar as ruas de ouro puro!