29 de Maio
Vieram, então, uns homens trazendo em um leito um paralítico;
e procuravam introduzi-lo e pô-lo diante de Jesus.
Lucas 5:18
Nosso Senhor ia de lugar em lugar, fazendo o bem, em toda a Galiléia. Chegara a Cafarnaum, que, como afirma Mateus, era sua cidade. Fazia ali muitos milagres, mas sua mensagem era rejeitada. Por isso, mais tarde, ele pronunciou as terríveis palavras contra a cidade: “Tu, Cafarnaum, que te ergues até aos céus, serás abatida até aos infernos” (Mt 11:23, RC).
Apesar de ser rejeitado em sua cidade, havia pessoas ali que tinham um amigo doente e fé suficiente para crer que o Salvador podia curá-lo. Os paralíticos espirituais precisam daquele que é rejeitado em nossas cidades e vilas. Será que procuramos de coração essas almas doentes? Somos zelosos o bastante para buscar um meio de colocar essas pessoas sob o olhar de Jesus? Podemos encontrar dificuldades e oposição, mas a verdadeira perseverança não se deixa deter. “Subiram ao telhado e, por entre as telhas o baixaram com a cama, até ao meio, diante de Jesus” (v. 19, RC).
Jesus está pronto a responder aos atos de fé como esse. “Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Homem, estão perdoados os teus pecados” (v. 20).
Façamos uma pergunta a nós mesmos: Será que temos interesse em um paralítico espiritual? Procuramos de fato colocá-lo sob o olhar do Salvador, levá-lo e prendê-lo a ele, e não a nós? Estamos prontos a perseverar, a não desistir por causa das dificuldades, mesmo que haja telhas a retirar, para que esse amigo se aproxime de Jesus? Podemos dar a impressão de seguir ao Senhor, mas só provaremos isso se fizermos esse tipo de trabalho. Se não agimos assim, é porque não o seguimos.
Mãos à obra, cristãos, e teremos essa experiência abençoada. Levemos mais um paralítico para ser não apenas perdoado, mas curado. E teremos grande alegria ao vê-lo andar e testemunhar do que Jesus fez por ele!