Date

set 29
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29 de Setembro

Como o animal que desce aos vales, o Espírito do SENHOR lhes deu descanso.

Assim, guiaste o teu povo, para te criares um nome glorioso.

Isaías 63:14

A segunda parte deste capítulo de Isaías é uma oração do povo eleito, que confessa as desobediências e reconhece a justiça do juízo de Deus sobre sua incredulidade, suplicando-lhe que volte para eles. Não podemos retirar-nos impunemente dos seus cuidados de pastor.

Quem já viu o gado descer da montanha para o vale certamente não esquece esse espetáculo. Os pastores e proprietários seguem o rebanho de perto. A atitude desses homens demonstra satisfação e justo orgulho. Não há confusão nem desordem. Eles conduzem cuidadosamente o rebanho pelos caminhos ásperos e rochosos da montanha. Não há pressa nem movimentos imprevistos. Os pastores acompanham literalmente o passo do gado. Cada animal escolhe seu caminho, evitando as pedras maiores e procurando pequenos montes de erva para pisar. Os pastores vigiam; o caminho é longo e perigoso, mas a recompensa os espera; o vale está à vista.

Esta é uma bela e comovente ilustração da fidelidade de Deus. No meio dos perigos e das ciladas, o Pai celeste manifesta sua bondade e cuidado para conosco, protegendo-nos e conduzindo-nos seguramente, de modo que nunca tropecemos (v. 13).

Nosso Deus quer conduzir-nos ao repouso e glorificar o seu nome. Seu cuidado e sua fidelidade nos levam a esse repouso. O que recebemos “na montanha”, nesses momentos de bênção e de enriquecimento espiritual, precisa ser posto à prova depois. E nosso divino Pastor se encarrega de nos fazer vivenciar a experiência prática daquilo que ele nos deu. Como é bom ser conduzido por um Mestre assim, sabendo que estamos em suas mãos e que somos objeto do seu cuidado! Vamos dizer juntamente com Israel: “Celebrarei as benignidades do Senhor e os seus atos gloriosos, segundo tudo o que o Senhor nos concedeu…” (v. 7).